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Informativos - 27/08/2025
O segundo dia do XXVIII Congresso APROFEM começou com uma abertura especial: o Presidente da Entidade, Prof. Ismael Nery Palhares Junior, anunciou a importante vitória da categoria com a aprovação do “Descongela Já” no Senado Federal.
Na sequência, o professor René Schubert proferiu palestra estimulando os congressistas a refletir sobre raízes, valores e conexões humanas. Em sua fala, criticou o consumismo, a medicalização da infância e a adultização precoce, reforçando a importância de preservar o lúdico e de compreender os jovens na era digital.
O Professor destacou que “somos seres interdependentes” e que a escola tem papel essencial como espaço coletivo de regulação emocional e de construção de vínculos. Trouxe ainda reflexões sobre saúde mental, adolescência e violência nas escolas, ressaltando que todos os agentes educacionais devem ser protagonistas de uma educação humanizada.
Em seguida, o professor Mateus de Souza Santos abordou o tema das raízes invisíveis, relacionando mente e natureza como uma unidade indissociável. Ele destacou a importância dos imprints - marcas precoces que moldam comportamentos, emoções e formas de ver o mundo - além de trazer reflexões sobre epigenética, neurociência, afeto e visão sistêmica na Educação. Sua palestra contou também com uma vivência prática que envolveu os congressistas em dinâmicas sobre posicionamento, vínculos e impacto coletivo no ambiente educacional.
Encerrando a programação de palestras do dia, o professor Marcelo Cunha Bueno apresentou "Em busca da infância perdida”, convidando os educadores a refletirem sobre a sensibilidade na descoberta do mundo. Destacou que a criança busca referências além das palavras e que os educadores não ensinam apenas o que sabem, mas, principalmente, o que são.
Para Marcelo, em um mundo extremamente tecnológico, o que resgatará a essência da educação é a humanidade. Educar significa reativar sentimentos, conhecimentos e experiências, cultivar a esperança de um mundo melhor e transformar a escola um ambiente de acolhimento. Finalizou sintetizando: “Educação é sobre o caminho que a gente vai fazer junto”
O dia finalizou com a apresentação musical “A música como linguagem universal”, realizada pela Banda dos Seguranças do Metrô, que divertiu e emocionou os presentes ao mostrar como a arte rompe barreiras e conecta pessoas em um mesmo sentimento coletivo. Com clássicos da música popular brasileira, a banda colocou todo mundo para dançar e finalizou ao segundo dia do Congresso em alto astral!
Confira alguns registros do 2º Dia do Congresso APROFEM:
APROFEM